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domingo, 31 de maio de 2009

Google apresenta o seu novo (futuro) serviço

A Google apresentou o Google Waves. É até difícil descrever o que ele é. É um misto de e-mail, chat, blog, wiki, ferramenta social, compartilhamento de arquivos e (Ufa!) ferramenta de colaboração.

Totalmente feito utilizando o Google Web Toolkit, o que me fez rever os meus conceitos sobre esta ferramenta.

Achei absolutamente fantástico. Impressionante. Ah, e foi feito na filial australiana da Google pelo mesmo pessoal que fez o Google Maps. A equipe é boa. :-)

A Google disponibilizou um vídeo com a apresentação sobre o Waves que foi feita no evento Google I/O 2009 (para desenvolvedores). Você pode conferir o vídeo aqui. O vídeo é relativamente extenso (1:20 hrs) mas vale a pena.

O site do Waves é este: http://wave.google.com

Agora é esperar o lançamento oficial. Vai fazer muuuito sucesso, sem a menor dúvida.




segunda-feira, 20 de abril de 2009

Oracle compra SUN

Bom, você já deve ter lido isto em algum lugar, afinal, foi noticiado em tudo quanto é canto.. Mas, caso você tenha estado por fora das notícias neste pseudo-feriadão, saiba que a Oracle comprou a SUN por 7.4 Bilhões de dólares. A SUN quase foi comprada pela IBM há uns dias, mas a big blue deu pra trás na última hora.

E o que esta aquisição muda no mundo? Eu tenho as minhas opiniões, totalmente baseadas em achismo. Vou voltar aqui daqui há um tempo para ver como fui com as minhas previsões. :-)

  • Java: Acho que não vai mudar nada, ao menos por um bom tempo (coisa de anos). Ela já é uma linguagem aberta, o JCP já é um processo estabelecido e acho que qualquer movimento no sentido de "privatizar" o Java vai ser extremamente negativo para a imagem da Oracle. Acho que ela não vai querer queimar a imagem por causa disto.
  • MySQL: Não sei o que vai acontecer com ele. Talvez saia algum "Oracle Community Edition" da vida, que na verdade é o MySQL renomeado...
  • Solaris: Acho que uma grande parte do interesse da Oracle esteja aqui. Servidor parrudo, sintonizado com o hardware da SUN, se for mexido para ficar bem integrado ao banco de dados da Oracle, podem formar uma bela dupla.
  • Hardware SUN: Também acho que não vai mudar muita coisa. Talvez mude a marca do HW para Oracle mesmo, ao invés de manter a da SUN. Não acredito que a Oracle vai sair matando no hardware. Historicamente, a Oracle é parceira de hardware (vende o seu banco de dados casado com) dos servidores IBM, HP e Dell. Bater de frente com estes três grandes nomes, para tentar forçar o seu hardware, pode acabar dando prejuízo...
  • Glassfish, Netbeans, etc.. Seguem a mesma lógica do Java. Não deve mudar nada. Pelo contrário, talvez este programas da Sun acabem tomando o lugar de alguns produtos da Oracle, como o Netbeans substituir o JDeveloper, por exemplo.
Era isto. Vamos ver como me saí.. E você, alguma opinião a respeito da compra da Oracle?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Heim?

Olha só esta notícia que saiu no Slashdot:

"A team of researchers at the University of Southampton, UK, has received funding from the UK's Engineering and Physical Sciences Research Council to learn whether otoacoustic emissions (OAE), the ear-generated sounds that emanate from within the spiral-shaped cochlea in the inner ear, can be used as a viable biometric technology like fingerprints and IRIS recognition. According to a report in New Scientist, someday instead of asking for passwords or pin numbers, a call center or bank would simply use a device on their telephone to produce a brief series of clicks in the recipient's ear to confirm the person is who they say they are."


Ou seja: Para validar a sua identidade, eles vão enviar uns "clicks" para seu ouvido e ver como eles ecoam lá dentro, visto que cada cavidade auricular é diferente da outra...

Até imagino a cena:

Atendente de telemarketing:
- Só um minuto, senhor, que vou estar validando a sua identidade.
click, click, click
- Muito obrigado por aguardar, senhor. Em que posso ajudá-lo?

Que coisa mais bizarra... :-)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Metendo a mão: Acer Aspire One


Ontem tive a oportunidade de utilizar um Acer Aspire One. Trata-se de um destes novos netbooks, que começaram a invadir o mercado depois do lançamento do Asus EEE PC.

Sua configuração é a seguinte:

Processador Intel Atom 1.6 GHz
512 MB RAM
8GB Memória Flash
Tela de 8.9", resolução de 1024 x 600
900gr de peso
Webcam
3 portas USB
2 leitores de cartão SD
Wireless
Ethernet
Saída de monitor externo
Bateria de 3 células, com autonomia de 3 horas (segundo o fabricante)
Sistema operacional Linux

Confesso que fui utilizar a máquina totalmente desacreditado. 512MB? "HD" Flash? Humm.. Achei que seria bem lenta, fraca.. Me enganei totalmente. Errei feio.

A máquina é muito boa! Em 20 segs ela já fez o boot todo e está pronta para uso. A imagem é muito nítida. O pacote de aplicativos que vem pré-instalado é básico, mas bem completo para uma utilização "padrão": Firefox 2, um Messenger-clone, leitor de RSS, OpenOffice 2 completo, calculadora, calendário, alguns jogos, visualizador de fotos e um media player.

Tudo funciona perfeitamente. Estes aplicativos + o linux ocupam 3.5GB do disco Flash, restando 4.5 GB para dados. Como músicas e fotos ocupam muito espaço, estes 4.5 GB parecem pouca coisa. Uma solução inteligente adotada pela Acer foi fazer um dos leitores SD como se fosse uma extensão do disco Flash, ou seja: Se colocar mais um cartão SD de 4GB no leitor, é como se o disco Flash passasse a ter 12 GB! Já ajuda... :-) Se precisar de mais espaço, ainda tem o outro leitor SD e mais as portas USB, para ligar HD externo ou pendrive.

O adaptador Wireless é muito bom! O meu note captava o sinal em 48%, enquanto que o Acer One captava com 89%, no mesmo local!

A placa de vídeo é uma Intel 945G Express. Não é top de linha, mas faz bem o seu trabalho.

A primeira impressão do teclado é que ele é pequeno demais.. mas não passa de impressão mesmo. Dá para digitar tranquilamente. O touchpad é meio estranho. Os botões não estão abaixo dele, como todos os outros touchpads. Eles estão dispostos lateralmente. Deve ser por falta de espaço mesmo. É estranho, mas não chega a atrapalhar.

Em suma: Se você usa o micro apenas para navegar na internet, ouvir músicas, armazenar fotos e utilizar uma suíte Office, dá para considerar seriamente mesmo a aquisição de uma máquina destas. Leve, portátil, bateria com boa durabilidade, boa performance...

Gostei mesmo. Fiquei impressionado.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

MythTV vem com nova interface


MythTV é uma distribuição Linux que é concorrente do Windows Media Center. Ou seja: É focado para ser utilizado ligado a uma TV/Projetor, como peça central de uma central de mídia completa: Exibir filmes, fotos, música, assistir/gravar TV, etc..

Suas principais funcionalidades são estas (retiradas do site oficial):

  • Basic 'live-tv' functionality. Pause/Fast Forward/Rewind "live" TV.
  • Support for multiple tuner cards and multiple simultaneous recordings.
  • Distributed architecture allowing multiple recording machines and multiple playback machines on the same network, completely transparent to the user.
  • Compresses video in software using rtjpeg (from Nuppelvideo) or mpeg4 (from libavcodec). Full support for Hardware MPEG-2 encoder cards (Hauppauge PVR-250 / PVR-350). Preliminary support for DVB cards and the new pcHDTV tuner card.
  • Support for the (very nice looking) hardware MPEG-2 decoder and TV out present on the Hauppauge PVR-350.
  • Completely automatic commercial detection/skipping
  • Grabs program information using xmltv.
  • A fully themeable menu to tie it all together.
Agora este site aqui já trouxe umas imagens e uma reportagem sobre a nova versão do MythTV, com uma interface remodelada. Show de bola.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Google Chrome para Linux está a caminho

Segundo esta notícia da cnet, o pessoal que desenvolve o Chrome postou uma mensagem na lista de desenvolvedores Chromium dizendo que o Gmail já funciona no Chrome para Linux. É um começo.

Nesta minha mudança de Windows para Linux, perdi o Chrome, que usava direto no Windows. Vou esperar para ver como é esta versão para Linux e, de repente, passarei a utilizá-la.

Fonte: cnet.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Como "executar" um BPMN?

Tenho pensado muito a respeito disto: Como ir do BPMN ao BPEL? E, uma vez tendo o BPEL feito, como fica o sincronismo entre os dois diagramas?

Lendo muitos posts de outros blogs e alguns artigos, cheguei às seguintes conclusões:

  • O BPMN é uma notação que surgiu, essencialmente, para fazer a ponte entre o analista de negócios e o analista de sistemas, entre o especialista de processos e o especialista em TI. Não para ser algo que saia executando diretamente. Isto é uma visão distorcida dele. E algumas ferramentas do mercado estão indo para este caminho.
    O problema de se fazer isto é que o diagrama BPMN em si não tem todas as informações para ser executado diretamente. Para resolver isto, acaba-se adicionando informações mais técnicas, mais focadas na execução do mesmo. Com isto o diagrama deixa de ser uma visão do processo feita por um especialista e acaba virando um diagrama para execução, normalmente fugindo do padrão da especificação e se enchendo de tags específicas para um determinado fabricante da engine de execução.
  • BPMN e BPEL tem diferenças semânticas de linguagem. Certas estruturas do BPMN não possuem equivalente em BPEL e vice-versa. Logo, fazer um "round-trip" entre eles é uma tarefa extremamente complexa. Na maioria dos casos, inviável (ao menos de uma forma direta, sem intervenção humana). Algumas ferramentas, como o Business Modeler da IBM, geram o BPEL a partir do BPMN. Mas, se não me engano, funciona meio que como uma exportação: ele gera um esqueleto de um BPEL e a partir daí você fica "por conta". O especialista em TI vai terminar o fluxo e colocá-lo em produção. Mas quando o processo alterar e precisar mexer no BPEL, como isto será feito? Altera-se o BPMN, exporta novamente para BPEL e termina o desenho? Ou alteram-se o BPMN e o BPEL, separadamente? Complicado, não? Dar manutenção em dois modelos que representam o mesmo processo e que ao mesmo tempo são distintos...
Em suma, ainda não sei como fica isto. Se alguém tiver alguma experiência prática para compartilhar, ou algum comentário, fique à vontade.

Ainda não vi nenhuma empresa utilizando BPMN + BPEL direto, em produção. Vi muitas teorias, mas queria ter visto ao menos um caso de sucesso.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Engine de Javascript

Uma das coisas mais impressionantes que vi quando instalei o Chrome foi a performance de execução de Javascript. Este diferencial dele parece que vai ter uma bela concorrência pela frente, com a chegada do TraceMonkey (engine de Javascript do Firefox 3.1).

O pessoal do Lifehacker fez uns testes e benchmarks com ele, inclusive comparando-o com o V8 (engine de Javascript do Chrome).

Vale a leitura, ainda mais que é algo que pode impactar em qualquer pessoa que acessa a web.

O artigo completo está aqui.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Jubileu de prata do Windows hoje!


"Jubileu de prata" foi do fundo do baú... :-) Para quem não sabe, são 25 anos (jubileu de ouro são 50). Há 25 anos atrás o Bill Gates apresentava sua versão 1.0 do Windows, dizendo que 90% dos computadores do mundo o estariam utilizando.

Impressionante que, bem ou mal, acabou acertando este número...

E outra coisa também impressionante, é que ele foi apresentado há 25 anos atrás, mas só chegou ao mercado 2 anos depois. A MS já usa esta técnica há mais de 25 anos, pelo jeito.

De qualquer forma, parabéns para ele. Juntamente com o PC, mudou o mundo...

A matéria completa está aqui.

Fonte: Gizmodo

sábado, 8 de novembro de 2008

Controlando o Windows com gestures

Voltei! :-)

Gosto muito de interfaces "alternativas", como usar o wiimote para comandar o micro, etc..

Um funcionário da Microsoft Research criou este interface por gestos, totalmente controlada por uma webcam (daquelas comuns mesmo) e um software feito por ele.

O vídeo está aí embaixo.



E a reportagem completa está aqui.

Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A velha briga de sempre: Reutilizar código ou escrever do zero?

Este post aqui traz à tona uma velha discussão: O que é melhor: utilizar código pronto (um framework open-source, por exemplo), ou escrever tudo a partir do zero?

Interessante é ver os comentários do post. Neste momento, são 420 comentários... pra você ver que o assunto ainda é polêmico e está longe de ser um consenso..

E você, o que acha? Já teve alguma experiência boa? Ou ruim? Coloca aí nos comentários :-)

Fonte: slashdot

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Você sabia?

Interessante vídeo, com resultados das pesquisas de Karl Fisch, Scott McLeod e Jeff Bronman, com números relacionados a tecnologia e evolução.



fonte: UOL Mais.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Microsoft x Inovação 2 - A revanche

Lembra deste post aqui? Não sou só eu que acha que a MS inova muito pouco. O pessoal da Techradar também acha isto. Mas, para tentar mostrar o contrário, fizeram esta entrevista com Rick Rashid, que trabalha no Microsoft Research há 17 anos.

Ele mostra 7 projetos inovadores da Microsoft. Até que tem umas coisas interessantes. Mas, pelo porte da empresa, ainda acho que inovam pouco...

Fonte: Techradar

Executando programas do Windows, no Linux

Um dos "problemas" que eu teria aqui, mudando de Windows para Linux, eram os programas que obrigatoriamente tenho que executar no meu trabalho: O Internet Explorer (por causa do cliente ActiveX do MS-Project) e o Outlook (por causa da parte de agenda/calendário, porque o email daria para ser utilizado em outro client, sem problemas).

A primeira opção seria utilizá-los dentro da VM do VirtualBox. Mas, convenhamos, seria um saco. Coincidentemente, na semana passada, a CodeWeavers estava distribuindo gratuitamente licenças do seu produto: o CrossOver. Eu cadastrei meu email e recebi meu número de série "de grátis"! :-)

O CrossOver é uma versão paga e com mais recursos, do Wine. Para quem não sabe: o Wine é uma implementação nativa pro Linux, da API do Windows. Ou seja: os programas do Window executam diretamente no Linux.

Instalei o Outlook 2003 e o Internet Explorer aqui e eles funcionam normalmente. Parece que estou no Windows.

Não são todos os programas que funcionam corretamente, no site da CodeWeavers tem uma lista de compatibilidade. Mas, a princípio, o Office está ok. Instalei até o Office 2007 e ele funcionou nos testes básicos.

Vale a pena. Cada vez menos programas restam para serem executados dentro da VM do XP. Daqui a pouco não precisarei mais dela.

O Linux que instalei


Bom, agora com (quase) tudo funcionando aqui, vou repassar um pouco das minhas impressões:

  • Instalei o Mandriva, não o Ubuntu. A-Ha! Enganei todo mundo! hehehe. O Mandriva é a união do antigo Conectiva com o Mandrake. É uma boa distribuição, tão atualizada quanto o Ubuntu 8.10, que saiu na semana passada, mas acho que tem um visual mais bonito.
  • Por falar em visual, que espetáculo! O Gnome com o Compiz 3D fica um show! Dá um baile no Aero, do Vista. Rápido, leve e bonito. Talvez o Windows 7 consiga chegar neste nível. O Vista não conseguiu.
  • O Eclipse e o Java ficam muito leves. Bem mais leves e rápidos que no Windows. A diferença é brutal.
  • Me parece que o Linux utiliza melhor a rede, os downloads parecem ser mais rápidos. Talvez seja só impressão, mas agora os downloads aqui em casa batem nos 100 Kbps (ADSL de 1 MB). O XP não chegava lá.
  • Já falei do visual 3D? Um espetáculo :-)
  • A rede wireless também funcionou de primeira.
  • Estou usando o XP dentro de uma máquina virtual do VirtualBox. Também funciona redondo. Compartilhando os arquivos entre Windows e Linux através do Samba. Rede também ok.
No geral, estou gostando bastante. A máquina roda bem mais leve, rápida e bonita.

Tem algumas coisas que ainda não estão 100%:
  • Suporte a dual monitor (monitor externo). Não consegui fazer isto funcionar direito ainda. Mas também não tentei muito.
  • Ter que ficar digitando a senha da rede wireless toda vez que chego no serviço ou em casa, pois são redes diferentes. Deveria ter algum esquema para poder cadastrar mais de uma rede, como o Windows.
  • Não consegui fazer uma impressora remota funcionar de jeito nenhum. Cadastrei ela, aparece como ok, mando imprimir, mas não sai nada.
A luta continua! :-)

domingo, 2 de novembro de 2008

Voltando...

Voltei.. 1o post feito com o Linux :-). Tá indo. Rede instalada, Samba funcionando, VM (com o VirtualBox) funcionando com o XP... agora é terminar de instalar tudo e ver o que vai dar. Amanhã retorno ao ritmo normal de postagens.

sábado, 1 de novembro de 2008

Vai começar a mudança

É agora! Terminei o backup de tudo que precisava aqui da minha máquina. Agora é dar adeus ao XP e instalar o Ubuntu. Vamos ver o que vai dar... Se tudo der certo, final do dia volto para contar a situação. :-)

O XP deve ficar apenas para alguns programas muito específicos, rodando em uma VM.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Faça seu próprio poster

Este site aqui, o BlockPosters, transforma qualquer imagem em um poster. É bem fácil: você faz o upload da imagem, seleciona o tamanho que você quer o poster e baixa um PDF com as páginas para você imprimir. 

Simples, prático e funcional.

Aqui tem uma galeria de imagens bem bacanas.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

BPEL - Explicando melhor

Neste post aqui, eu já falei um pouco o que é BPEL. BPEL -e a sigla para Business Process Execution Language (tá, tá... já falei isto). Repare no "Execution Language", ou seja: é uma linguagem de execução de processos de negócio.

Ao contrário do BPMN, que apenas modela e representa o negócio, o arquivo BPEL é um arquivo que é executado diretamente pela engine BPEL. A engine lê o arquivo e sai executando.

É como se fosse um script, mas é XML. Xiii.. agora piorou! É... piorou. É ruim, é praticamente ilegível para seres humanos (até dá, mas não é fácil). Veja este exemplo abaixo. Ele inicia no "receive", atribui o valor recebido através do "Assign". Depois chama um webservice e aguarda o retorno (o "Invoke" e o "Receive") e finalmente retorna o valor para quem iniciou o fluxo. Ou seja: Não faz praticamente nada... :-) 

E olha só o fonte dele:


Complicado, não? Vou falar novamente sobre BPEL, este post era apenas para explicar com um pouco mais de detalhes.

Software copia chaves (de verdade) através de fotos!

Pesquisadores da Universidade de San Diego - California, desenvolveram um programa que consegue duplicar uma chave apenas utilizando uma foto dela. 

Em um dos testes, bateram uma foto com uma câmera a aproximadamente 200 pés (que são uns 61 metros), e conseguiram duplicar as chaves! Impressionante!

Veja a matéria completa aqui.